Quando os gritos de uma mãe devolvem a vida à filha



Por Flavia Francellino / Fotos: Cedidas

Quando completou 2 anos, Vitória Mendes Araújo apresentou um quadro de tosse que aparentemente não passava de um resfriado. No entanto a temperatura corporal da menina indicava que ela realmente não estava bem. Então, ao vê-la ardendo em febre, sua mãe, a professora Camila Mendes Fernandes Araújo, de 29 anos, decidiu levá-la ao hospital.

O diagnóstico inicial foi de broncopneumonia e lhe foi prescrito tratamento com antibióticos. Depois de três dias, no entanto, o estado de Vitória não tinha se alterado. “Voltamos ao hospital e, ao ser avaliada pela segunda vez, foi constatada uma pneumonia bacteriana. Então, a médica solicitou a internação”, diz Camila.

Apesar de estar sob monitoramento no hospital, a saúde de Vitória pouco evoluiu. “Os médicos perceberam que a medicação não estava obtendo o resultado esperado e que ela estava piorando gradativamente. Tanto que passou a receber oxigênio para ajudá-la a respirar”, acrescenta Camila.

O abdômen da menina cresceu e seu apetite já não era mais o mesmo. Ela não queria mais se alimentar e vomitava o pouco que conseguia comer. Camila explica ainda que, depois de 15 dias de internação com mais duas crianças, a médica lhe comunicou que colocaria a menina em isolamento. “Como os antibióticos não fizeram efeito, houve a suspeita de tuberculose. Ver a minha filha naquela situação e não poder fazer nada, para mim, foi uma experiência de total impotência”, relata.

ALTA MÉDICA
O retorno de Vitória para casa aconteceu depois de 28 dias. No entanto a febre voltou no segundo dia. Então, Camila e Vitória retornaram ao hospital. Camila foi informada que seria feita outra internação, às pressas, pois foi constatado líquido no pulmão e era necessário que Vitória fizesse uma drenagem no órgão e diversos exames.

Quando retornaram para o quarto, Vitória reclamou que sentia frio e, ao tocá-la, Camila notou que a menina estava muito gelada, com as veias em evidência e a respiração fraca. Assustada, pediu ajuda. Quando a enfermeira chegou no quarto, notou que, na verdade, Vitória não estava respirando mais.

A REAÇÃO
A médica plantonista foi chamada e logo a equipe médica já estava atendendo Vitória e tentando salvá-la. “Corri para o banheiro e, ajoelhada ao lado do vaso sanitário, supliquei que Deus ajudasse minha filha e que ela não falecesse”, relembra Camila. Ao voltar para o quarto, ela precisou lidar com mais uma notícia: em razão da grande quantidade de líquido, o pulmão de Vitória parou de funcionar.

Humanamente, nada mais poderia ser feito, mas ela se recusou a acreditar no que seus olhos viam. “Pegando nas mãos dela, em prantos, gritei para que Deus mudasse aquela situação. Foi quando ela voltou a respirar”, destaca Camila, que há 19 anos é membro da Universal.
Vitória passou mais 11 dias hospitalizada e depois foi para casa sem sequelas. Hoje, a menina está com 8 anos e cheia de saúde.

“Compreendi o quanto Deus é misericordioso e tem um plano para nossas vidas. Minha filha é uma bênção de Deus”, finaliza.

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