A dor da alma



Por Maiara Máximo / Fotos: Getty Images, Mídia FJU, Arquivo Pessoal, Demetrio Koch e Cedida

“Não é falta de amor ou de ter supridas as necessidades básicas da vida. Não é tristeza nem alegria. Mas a sensação é incômoda, desconfortável e cruel. Parece um buraco no peito, crescente a cada instante. A alma estufa como um balão. Nem mesmo a excelente condição social minimiza a dor. Não fosse o semblante triste e caído, a vítima não teria do que reclamar. Alguns chamam isso de angústia, depressão ou mesmo vazio.” A afirmação acima é do Bispo Edir Macedo, publicada em seu blog (bispomacedo.om.br).

No texto, ele explica que do ponto de vista espiritual o vazio da alma não é nada além da sede de Deus. “Como um automóvel precisa de combustível para andar; alguns aparelhos precisam de eletricidade para funcionar; e o corpo precisa de alimentos para manter-se de pé, é a Presença de Deus que preenche a alma e dá sentido à vida.”

Assim como o carro não anda com feijão; aparelhos elétricos não funcionam com gasolina e o corpo não sobrevive com descarga elétrica, do mesmo modo, a alma sem Deus perece. Foi o que a empresária Catiana Strandberg, (foto abaixo) de 35 anos, constatou. Catiana cresceu em um lar destruído. Ela e a família moravam em um barraco e, por isso, ainda muito jovem ela decidiu que se envolveria somente com homens ricos. A intenção dela na época era preencher o vazio que, na sua opinião, era causado pela falta de dinheiro. “Eu sempre tinha que estar com um parceiro diferente para ter algo novo na minha vida. Só namorava alguém que pudesse me dar muito dinheiro, mas nem com tudo que essas pessoas me proporcionavam me sentia bem. Era como se sempre faltasse algo.”

A dor da alma

Catiana teve duas filhas nesses relacionamentos, porém ainda se sentia uma pessoa vazia. “Eu não era a mãe que minhas filhas precisavam. Eu tinha condições financeiras, mas era viciada em cocaína e em bebida alcoólica. Além disso, viajava para fugir dos problemas.”

Catiana tinha tudo que o dinheiro pode comprar e, ao mesmo tempo, não tinha nada. Não demorou muito para que ela começasse a ter depressão e síndrome do pânico. “Passei a ter a sensação de estar sempre sendo seguida. Mesmo tendo dois carros na garagem, eu não conseguia sair de casa. Eu não entendia por que era infeliz se tinha conquistado tudo o que havia sonhado.”

Fundo do poço
Não demorou muito para que Catiana chegasse ao fundo do poço. “Passei a ter pensamentos suicidas cada vez com mais frequência. Eu tinha a sensação de que o sofrimento acabaria se eu tirasse a minha própria vida. Me aprofundei mais nas drogas, no álcool, nas festas, nas amizades, no dinheiro, nas joias e nas viagens, mas o problema persistia. Eu vivia uma busca desenfreada pela felicidade.”

Em contrapartida, a mãe de Catiana, Maria Alexandre de Sousa, que já frequentava a Universal, permanecia lutando pela filha nas correntes da Igreja. “Minha mãe lutou por mim durante 15 anos. Ela nunca desistiu, mesmo quando a família dizia que eu não tinha mais jeito. Ela dizia que para o Deus dela tinha sim.”

Um dia, muito drogada e cansada da vida que levava, Catiana entrou no banheiro de casa, olhou para o teto e fez um desafio com Deus.

“Eu gritei bem alto: ‘Deus se o Senhor existe, eu não Te conheço. Se o senhor existe, me prova me tirando dessa situação de sofrimento, senão eu acabo com a minha vida. Eu dou sete semanas para me mostrar que o Senhor é Deus, senão vou fazer da minha forma.’”

Três dias depois, o cunhado de Catiana, que é membro da Universal, foi visitá-la para ver como ela estava. Ela recebeu o convite para ir à Igreja e explica que desde o dia que foi à Universal sua vida nunca mais foi a mesma. “Eu ouvi falar do dízimo e na mesma semana comecei a ser dizimista; ouvi falar da oferta e também comecei a ser ofertante, como está na Palavra de Deus. Tudo começou a mudar imediatamente. Com menos de sete dias, eu já estava batizada nas águas e com o Espírito Santo.”

Catiana já havia buscado a felicidade em muitos lugares e não encontrou. Por isso, rapidamente se entregou a Deus. “Eu encontrei paz na Igreja e Deus preencheu aquele vazio. Há quatro anos estou na Igreja e nunca mais usei drogas, me casei por amor e hoje tenho três filhas.

Não preciso de álcool para ser feliz. Se eu soubesse disso antes, teria me entregado a muito mais tempo. Devo muito à Universal pois foi na igreja que aprendi a conhecer e a obedecer este Deus tão grande e simples de ouvir e de obedecer.”

Catiana e sua família frequentam a Universal na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Hoje, ela tem uma família estruturada e desfruta de uma vida financeira abençoada pela direção de Deus. Tudo por meio da fé.

Família estruturada
Diferentemente de Catiana, o mato-grossense Sergio Andrey Bueno de Campos, (foto abaixo) de 22 anos, nasceu em um lar estruturado. Os pais dele nunca deixaram faltar nada para ele e os quatro irmãos. Todos sempre viveram em harmonia. O pai de Sergio consertava carros e caminhões e Sergio o ajudava na oficina da família na cidade de Paranatinga, interior do Estado do Mato Grosso.

Ao longo dos anos, a família adquiriu dois postos de gasolina e uma fazenda com algumas cabeças de gado, além de um caminhão para trabalhar na lavoura.

Apesar de ter tudo, aos 18 anos, o jovem saiu da cidade para servir como militar na capital, Cuiabá. Na cidade grande, o jovem ficou encantado com o que poderia viver longe dos pais. “Assim que cheguei no quartel, decidi que iria curtir a vida. Passei a frequentar baladas, a me envolver com várias mulheres e comecei a beber.” Sergio relembra que, apesar de não ter problemas, ele ainda tinha a sensação de que algo estava errado.

O rapaz conta que depois de algum tempo começou a ter sintomas de depressão. Na época, ele estava namorando e, por isso, se distanciou dos amigos e passou a se isolar. “Eu não sabia explicar como tinha mudado tanto: um dia eu gostava de festas e no outro eu desanimei totalmente da vida.”

A namorada de Sergio já conhecia o trabalho da Universal e, vendo a situação do rapaz se agravar, ela o convidou para participar de uma corrente na Igreja para que ele pudesse se libertar da depressão.

Foi dessa forma que, aos 20 anos, ele chegou à Universal. “Eu tinha em mente que se fosse para a Igreja eu precisaria fazer tudo certo, que não seria de brincadeira. Por isso que no mesmo dia eu decidi me batizar nas águas e passei a frequentar a Força Jovem Universal.”

Sergio se recorda que sua atitude foi radical. Ele se distanciou das más amizades, largou hábitos prejudiciais e focou em obedecer à Palavra de Deus. Com as mudanças na sua vida, Sergio decidiu não ficar mais no serviço militar nem voltar para a sua cidade. Ele passou a nutrir o desejo de dedicar sua vida a ganhar almas e tem se preparado para isso.

O jovem afirma que hoje não sofre mais aquele vazio, que é feliz e por isso quer ajudar outras pessoas que assim como ele buscam essa felicidade. “Eu nunca me imaginei como Pastor, mas recebi esse chamado do próprio Deus. Quem tem vida quer dar vida. É isso que o Espírito Santo faz dentro de uma pessoa.”

Vida de Glamour
A empresária Carolina D’Oliveira, (foto abaixo) de 29 anos, nasceu na cidade de João Pessoa, na Paraíba. Ela saiu de casa aos 18 anos para trabalhar como modelo em São Paulo. Não demorou muito para que a jovem passasse a desfrutar de uma vida de glamour. Carolina alcançou o sonho que muitas garotas têm, mas, nesse mundo glamouroso, ela começou a conhecer pessoas muito ricas, passou a se relacionar com homens poderosos e a desfrutar de uma vida de luxo.

A jovem se recorda que na época se distanciou da família e que somente tinha contato com ela pelas redes sociais. As fotos de Carolina mostravam que ela vivia uma vida plena, cheia de amigos, muitas festas, comprando roupas de grife e frequentando lugares caros.

O problema é que toda essa ostentação era apenas aparência. Carolina já havia conhecido o mundo das drogas e entrou de cabeça no vício em cocaína e em álcool. Contudo os vícios começaram a trazer problemas para o trabalho. Então, ela optou por morar fora do Brasil para tentar se livrar deles. “Eu já estava viciada, então a minha válvula de escape foi trabalhar como modelo fora do País. Trabalhei nos Estados Unidos, na Europa e nos Emirados Árabes.”

Carolina relembra que, apesar da mudança, a situação só piorou. Ela continuou a usar drogas, a frequentar festas e a levar a mesma vida.

No entanto começou a ficar difícil esconder a dor que sentia. “Eu chorava sem motivo aparente e achava que estava tendo uma crise de ansiedade.”

Carolina chamava a atenção por sua beleza e namorou com pessoas de sucesso, mas, o que era para ter sido um “amor de cinema” e a saída para os seus problemas, trouxe mais tristeza à jovem. Ela morava com o namorado em Dubai e, durante uma briga, o rapaz a agrediu e tentou enforcá-la. “Depois disso, ele ainda me ameaçou dizendo para eu voltar para o Brasil se não quisesse ser prejudicada.”

Ela voltou para o Brasil e no mesmo dia foi a uma festa em que usou muitas drogas. Os problemas somente se agravaram. “Eu comecei a ficar louca. Achava o tempo todo que tinha alguém me perseguindo, inclusive quando estava sozinha.” A jovem teve duas overdoses e a partir dessa situação passou a refletir sobre a vida que levava.

A verdadeira felicidade
Na infância, Carolina frequentava a Igreja com a mãe, mas estava afastada. Desesperada, ela contou a situação para mãe que a convidou para ir à Igreja. “Eu não queria voltar, pois não queria deixar a vida de glamour que eu levava. Então, eu ia esporadicamente às reuniões para ter a sensação de paz. Até que um dia percebi que a vida que eu tanto queria era uma ilusão.”

Aos poucos, a jovem foi se libertando. Parou de usar drogas e álcool, abriu uma loja de roupas e hoje é voluntária no grupo Vício tem Cura.

Ela se libertou há um ano e três meses e recebeu o Espírito Santo.

A história da Catiana, Sergio e Carolina é a mesma de muitas pessoas que chegam à Universal procurando preencher algo que elas não entendem o que é. Elas sentem uma angústia e um vazio que dinheiro, poder, relacionamentos ou drogas não podem preencher.

O ser humano é escolhido por Deus para ser sua propriedade, como é relatado no livro de Êxodo 19.5: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.”

O segredo para acabar com a dor da alma é buscar em Deus, o seu Criador. Só assim você poderá desfrutar de uma vida plena. Não demore para tomar essa decisão. Vá hoje mesmo à Universal mais próxima.

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