Obreiros e o amor pelas pessoas

Um dos principais mandamentos deixados por Deus trata do amor. No livro de Mateus, capítulo 22, dos versículos 37 ao 39, o Senhor Jesus afirma: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

Mas o que seria amar ao próximo? Este amor é muito mais do que gostar e ajudar um ente querido, ele engloba estender a mão para um desconhecido. E é isso que fazem os voluntários da Universal.

Desde seu surgimento, a Igreja conta com a ajuda voluntária de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por Deus por meio da Fé e decidiram ajudar outras a alcançarem o mesmo. Elas são chamadas de obreiros e se colocam à disposição para cuidar dos aflitos
e necessitados.

O Bispo Sergio Corrêa, (foto abaixo)  responsável pelo trabalho dos obreiros no Brasil e no mundo, explica que o obreiro é um voluntário que realiza a Obra de Deus ajudando as pessoas de diversas formas, seja por meio da evangelização ativa, que são ações realizadas nas ruas ou com os amigos, parentes, vizinhos e desconhecidos, seja por meio da evangelização passiva, que é receber as pessoas dentro da Igreja e dar a elas de graça o que de graça também receberam do Senhor Jesus. “O que é exigido para ser um obreiro aprovado é que ele tenha passado pelos processos básicos da Fé cristã, que vai do arrependimento dos seus pecados, o novo nascimento, ao batismo com o Espírito Santo.”

O Bispo fala com conhecimento de causa da importância do trabalho dos obreiros: ele foi obreiro na Universal de 1985 a 1989. Depois foi levantado a pastor na Igreja de Padre Miguel, no Rio de Janeiro. “O período em que fui obreiro me fez aprender a conhecer os problemas das pessoas, as diversas maneiras que os espíritos imundos trabalham para manter o ser humano sob seu domínio e sobretudo descobri o poder da Fé que Deus me emprestou para ajudar o próximo.”

O Bispo ainda ressalta que para que o obreiro agrade a Deus é preciso que esteja alinhado à Palavra dEle, como mencionado em 1 Timóteo 3.8-10: “Sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância; guardando o mistério da fé numa consciência pura. E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis”. Ele ainda enfatiza que o obreiro é o braço direito da Universal e que seu trabalho é importantes para ganhar almas. “É desta fonte que saem pastores que fazem a Obra de Deus mundo afora.”

Espalhados pelo mundo
Culturas, uniformes e idiomas são diferentes, mas a essência é a mesma em qualquer lugar. Só no Brasil são cerca de 160 mil obreiros. São homens e mulheres que colaboram por amor com o crescimento do Reino de Deus, por meio da propagação do Evangelho.
Esse número é ainda maior levando em conta que a Universal está presente em mais de 120 países e em cada um deles existem voluntários dispostos a ajudar os aflitos e necessitados. Sem remuneração ou salário, o prazer de um obreiro é ver vidas sendo transformadas pelo poder da Fé.

Um dos países em que a Universal está presente é a Romênia, localizada na região dos Balcãs. Com mais de 20 milhões de habitantes, a Romênia está passando por mudanças significativas desde que aderiu à União Europeia, sendo um dos países mais pobres do
bloco econômico.

A Universal está presente no país há 21 anos, atualmente tem dez igrejas e conta com o apoio de 35 obreiros. O Pastor Luciano Almeida, responsável pelo trabalho evangelístico da Universal no país, conta que as principais dificuldades enfrentadas pela população são a desigualdade social, os problemas na saúde pública, a intolerância religiosa e o alto índice de depressão.

No entanto ele afirma que nenhuma adversidade impede que o trabalho chegue aos mais sofridos. “Temos uma equipe de pastores, obreiros e evangelistas que dá todo apoio espiritual e social às pessoas. Eles são verdadeiros servos que enfrentam todas as dificuldades, inclusive baixas temperaturas no inverno, com o objetivo de alcançar todas as pessoas e, em especial, as menos favorecidas.”

Vontade de ajudar
O casal romeno Neluta Mavroenidis, (foto abaixo) de 47 anos, e Nicolae Mavroenidis, de 51 anos, atua como obreiro há sete anos e conta que hoje desfruta de uma vida de paz e alegria. Porém, antes de conhecerem a Deus, viviam com enfermidades, dificuldades financeiras e conflitos familiares. Depois de serem convidados para ir à Universal e perseverarem nas correntes, eles tiveram suas vidas transformadas. Por desejarem a mesma felicidade para outras pessoas, decidiram se voluntariar como obreiros.

“Ser obreira é servir a Deus, é me colocar à disposição dEle. Eu desejei ser obreira para ajudar o meu próximo, para ganhar almas para Jesus e para que a Sua Obra cresça. Me alegro de ver as pessoas sendo curadas e se libertando, mas minha maior felicidade é quando vejo almas sendo salvas graças ao Encontro com Deus. Isso me motiva a ir em frente”, afirma Neluta.

Para Nicolae, ser obreiro na Romênia é uma honra e uma grande responsabilidade. “Tenho que estar sempre ativo na Fé, lutando contra todas as barreiras, e mostrar que a Salvação não é conquistada através da religião, mas pela Fé no Único Deus.”

Ele relata suas dificuldades na evangelização: “muitas vezes somos desprezados, humilhados por causa da nossa Fé, mas vamos em frente lutando pelas almas perdidas. Vejo que a Obra de Deus no Brasil é muito ampla, desenvolvida e alcança inúmeras pessoas. Eu e minha esposa sonhamos em conhecer o Templo de Salomão e oramos para que a Obra de Deus na Romênia cresça como no Brasil.”

Servindo a Deus em família
Quem faz a Obra e tem a família ao seu lado vive uma felicidade sem preço. Scheila Costa, (foto abaixo)  de 41 anos, chegou na Universal em 1995, depois de aceitar o convite de sua mãe. O marido de Scheila, o autônomo Carlos Henrique Costa, de 42 anos, sofria com alcoolismo e ela buscou por ele nas correntes de libertação na Universal.

E não demorou para que Carlos passasse a frequentar a Igreja e se libertasse do vício. Há 21 anos eles fazem a Obra como obreiros e são pais de Bianca Costa, de 18 anos, que é obreira há quatro anos, e Henrique Almeida Zafra, de 23 anos, que serve a Deus há dez.

Bianca conta que ter uma família em que todos são obreiros é diferente: “vivemos a Fé juntos. Sabemos que nossos problemas e diferenças só são resolvidos através da Fé no nosso Senhor. Como todos nós temos o Espírito Santo não há brigas nem discórdia em nossa família.”

Ela explica que todos eles já passaram por dificuldades, mas, por meio da Fé, puderam vencê-las. “Já tivemos situações complicadas na área financeira e muitos nos perguntavam onde estava o nosso Deus. Nós nunca duvidamos de Deus e Ele se fez sempre presente em nossas vidas.”

E quem se afastou?
Infelizmente, muitos obreiros não resistem aos problemas e, com o passar do tempo, abandonam a Fé. O Bispo Sergio defende que o tempo é aliado e cita sua história pessoal: “não troco o tempo da minha Fé atual pelo da minha juventude. Cada fase teve sua importância, mas me sinto mais experiente, sólido e centrado naquilo que quero”.

Ele ainda ressalta que o motivo do esfriamento de muitos é a falta do novo nascimento. “Diz a Palavra de Deus em 1 João 5.4: Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa Fé.” O Bispo assegura que mesmo quem se distanciou pode recomeçar: “temos muitos que se afastaram e depois de alguns anos voltaram. Eles se cuidaram e hoje ajudam as
pessoas novamente”.

Entre eles está o microempresário Marcos Roberto Ballestrim, (foto abaixo) de 41 anos. Ele chegou à Igreja em 1997, por meio do convite da sua namorada na época, hoje sua esposa. Marcos explica que tinha muitos conflitos interiores. “Eu tinha complexo de inferioridade porque nunca tinha sido feliz na vida amorosa. Só fui à Igreja para saber se minha namorada não estava me traindo com o pastor”, relata.

No entanto, durante a reunião, Marcos se entregou a Deus. “Acabei me convertendo antes dela. Me entreguei completamente ao Senhor Jesus. Depois nos casamos e em pouco tempo entrei na Obra.”

Contudo, em 2002, Marcos desistiu de ser obreiro. “Eu trabalhava muito e comecei a dar prioridade para a minha vida pessoal. Aos poucos, fui esfriando na Fé. Já não tinha tempo para nada, não lia a Bíblia e isso me fez perder a vontade de ser obreiro.”

Ele ficou cinco anos afastado e os problemas começaram a surgir: brigas com a esposa e agressões contra ela e ele passou a beber. O fundo do poço aconteceu quando a esposa pediu separação. “Eu tinha insonia e uma noite peguei uma faca para matar minha esposa e meu filho, que era pequeno na época. Mas ali lembrei de quando estava na Presença de Deus. Conversei com minha esposa e voltamos para a Igreja.”

Marcos voltou para a Universal em 2007, pouco depois voltou a ser obreiro e hoje ele diz que aprendeu uma lição: “aprendi que nada sou, nada sei e nada posso fazer sem o Senhor Jesus”.

Resgate de ex-obreiros
É para suprir a necessidade de resgatar aqueles que estiveram na Presença de Deus e se afastaram que existe o trabalho do Grupo do Resgate. O Bispo Sergio explica a diferença entre o Grupo do Resgate e a Caravana do Resgate, realizada em todo o Brasil. “O Grupo do Resgate é um trabalho evangelístico voltado principalmente para quem um dia fez parte da Obra de Deus. É um acompanhamento realizado todos os sábados às 18 horas nas sedes estaduais e regionais. O propósito é acompanhar esse ex-obreiro que deseja voltar para a presença de Deus.”

Já a Caravana do Resgate é um socorro, um resgate imediato para quem se encontra afastado da Fé. “Um dia essas pessoas estiveram nas mãos do diabo, no cativeiro dele, então Deus vem e as resgata. Porém chega um momento que, por alguma razão, elas são sequestradas de novo. A Caravana do Resgate é como a polícia quando invade um cativeiro para resgatar alguém”, diz o Bispo.

Ele também revela como surgiu a motivação para resgatar os ex-obreiros. “Quando fomos convocados para cuidar dos obreiros no Brasil, percebemos que há muitas pessoas afastadas da Presença de Deus. Então, traçamos um plano de operação resgate. Temos visto muitos resultados, mas não estamos satisfeitos. Ainda temos muito trabalho pela frente.”

Os ex-obreiros têm oportunidade de receber ajuda de obreiros ou de pastores para retornar tanto no Grupo do Resgate como durante a Caravana do Resgate.

Formando Discípulos
O cuidado que um obreiro tem com as pessoas é capaz de fazer discípulos. Foi o que aconteceu com Sheila Oliveira Renteiro, de 40 anos, que um dia esteve na presença de Deus, mas se afastou. Por conta disso, ela teve muitos problemas no casamento. Porém, como conhecia o trabalho da Universal, voltou a frequentar as reuniões e contou com a ajuda da obreira Enei Cardoso Costa, (foto abaixo) de 55 anos, que é costureira e tem 30 anos de obreira “Dona Enei me olhava diferente, sempre me chamava para perto, me convidava para participar das reuniões e vigílias e aquilo foi despertando em mim o desejo de voltar, de me firmar e fazer mais.”

Enei explica que cuidar de Sheila não foi uma tarefa difícil. “Ela queria voltar para Deus e todas as vezes que eu a convidava para uma reunião, ela aceitava. Isso ajudou, mas, mesmo que fosse diferente, eu jamais desistiria dela.”

A costureira conta que ao longo da sua caminhada de Fé passou por muitas guerras. Uma delas foi quando seu esposo abandonou a Fé e quis proibi-la de ir à Igreja. “Mas eu venci tudo, pois, para mim, ser obreira é uma honra.”

Sheila é obreira desde 2015, no interior de São Paulo, e ambas sabem a importância de ajudar e ter a mão de um obreiro estendida quando é preciso.

Obreiros em foco
Para orientar os obreiros e aqueles que se afastaram, existe o programa Obreiros em Foco. Desde 2012, o programa é transmitido de segunda a sábado, às 22 horas, pela Rede Aleluia e TV Universal. De segunda à sexta, no mesmo horário, é transmitido pelas redes sociais Facebook Obreiros em Foco e do Bispo Sergio Corrêa. O programa conta com a interação de uma plateia de obreiros e a participação de pessoas que precisam de ajuda.

Com temas variados, entre eles Salvação e como se manter firme na Fé, o programa foi uma inspiração do Bispo Edir Macedo para cuidar dos obreiros. Além do programa, são realizadas reuniões semanais, aos sábados, para contribuir para a manutenção da Fé dos obreiros, pois somente os que têm algo é que podem dar. Também são realizadas vigílias direcionadas aos obreiros, como a que acontece hoje, dia 20, às 14 horas no Templo de Salomão.

Se você precisa de ajuda, procure uma Universal próxima de você. Se está longe da Presença dEle, volte! Jesus está com saudades de você.

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