Ela saiu às ruas para se matar, mas entrou na Universal



Por Flavia Francellino / Fotos: Cedidas

A auxiliar de enfermagem Maiara Faversani da Costa, de 22 anos, sofreu com a separação dos pais quando tinha apenas 5 anos. Na época, a família já conhecia o trabalho da Universal e ela ia com os pais às reuniões na Igreja. Mas, com a separação deles, ela passou a fazer muitos questionamentos e eles a distanciaram de Deus. Com isso, surgiram vários problemas em sua vida. “Fui crescendo com muitas dúvidas e, aos 15 anos, senti curiosidade pelas ‘coisas do mundo’ e me afastei da Igreja. Foi assim que vieram à tona os complexos, a rebeldia e a depressão. Sentia um vazio imenso, culpa e uma sensação de inferioridade. Para externar a dor, me automutilava e tinha vontade de beber meu próprio sangue”, diz.

Com o decorrer do tempo, Maiara passou a frequentar um cemitério. Ela conta que o local lhe trazia uma falsa sensação de paz. A maneira dela se comportar e de se vestir também mudaram. “Passei a usar só roupas pretas, piercings e cabelos coloridos. Também consumia maconha, cigarro, bebidas alcoólicas e remédios para dormir”, detalha.

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Em 2017, ela viveu relacionamentos marcados por brigas, agressões e traições. Essa situação a fez pensar em tirar a própria vida.

No entanto, certa vez, enquanto caminhava para um lugar na tentativa de se matar, ela se lembrou de Quem realmente poderia ajudá-la.

“Saí do expediente e decidi que me jogaria da ponte. Mas, como havia uma Universal próxima, pensei em me dar uma nova chance. Perto de entrar na Igreja, no entanto, pensei que Deus não se lembraria mais de mim, mas, mesmo assim, resolvi entrar. Se não acontecesse nada, eu sairia de lá e me jogaria da ponte.”

Ela narra o que ocorreu: “a princípio não aconteceu nada, mas, quando estava saindo da Igreja, o Pastor me chamou, fez uma oração e conversou comigo. Então, vi que Deus se lembrava de mim”.

Maiara, então, decidiu entregar sua vida ao Senhor Jesus. “Me batizei na mesma semana, larguei tudo que estava relacionado ao passado e passei a obedecer à direção que vinha do Altar”, conta. A mudança de vida foi acontecendo. “A raiva, os complexos e o nervosismo deram lugar ao autocontrole e a depressão deu lugar à alegria do Espírito Santo. Tenho amor ao próximo, durmo em paz e sou completamente transformada”, finaliza.

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