Cigarro eletrônico: A NOVA DROGA DO SÉCULO 21?



Por Redação - Notícias Universal

Em menos de uma semana, seis pessoas já perderam a vida em decorrência de uma doença misteriosa causada pelos famosos “vapings”.

O vaping surgiu há cerca de 20 anos, com a promessa de que era uma ferramenta útil no combate ao vício em cigarros convencionais. Entretanto, nessas duas décadas o produto não demonstrou eficácia no combate ao vício. Pelo contrário: em muitos países, como nos Estados Unidos, acredita-se que o cigarro eletrônico esteja causando uma nova geração dependente de nicotina.

Nos Estados Unidos, o registro de seis mortes e de 450 hospitalizações, em aproximadamente um mês, aumentou as dúvidas quanto ao uso desse produto. Quem foi hospitalizado apresentou dificuldades para respirar, dores abdominais, tosse, náusea e vômito.

Ainda não se sabe o que exatamente causa essa síndrome respiratória e se  ela está ligada a algum tipo específico de aparelho ou de substância usada em cigarros eletrônicos, mas as autoridades alertam para os riscos do uso.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que o cigarro eletrônico transmite a falsa sensação de segurança ao fumante e é aí  que mora o perigo. É preciso entender que há mais de um século de atuação da indústria de tabaco as pessoas são induzidas a fumar o cigarro com filtro com a justificativa de que ele “segura” o alcatrão. Mas o fato é que os que fumam cigarros com filtro podem morrer tanto ou mais do que os que fumam os sem filtro, pois têm de tragar com mais força, inalam mais monóxido de carbono, têm mais infarto e mais derrame. Vale ressaltar que o cigarro é uma droga.

O risco para quem usa o cigarro eletrônico também é grande, pois o fumante tem uma memória de dependência e precisa de uma quantidade de nicotina para satisfazer seu vício. Por isso, acaba tragando mais vezes. O cigarro eletrônico dá a falsa impressão de que existe forma segura de fumar, mas não há. O cigarro comum mata e o eletrônico também. Ele pode ser a nova droga do século 21.

Recentemente a jovem Simah Herman, de 18 anos, escreveu em seu Instagram a sua triste experiência: “Cerca de 2 anos atrás, comecei a ter problemas terríveis de náusea, me sentia incapaz de comer, dormir e apenas viver normalmente. Há 2 semanas atrás eu comecei a ter problemas para respirar e demorou apenas 48 horas para meus pulmões falharem, o que me levou a ser internada e me colorem um ventilador para poder respirar”. Ela continuou: “O cigarro eletrônico é anunciado como “uma alternativa mais saudável ao fumo”, o que é falso. Seja a nicotina ou o vaping de ervas daninhas, pode ser fatal. Eu tive sorte. Os médicos não achavam que eu conseguiria, mas com orações de familiares e amigos, parei depois de quase uma semana em um ventilador”.

Simah iniciou uma campanha contra o uso do cigarro eletrônico e termina dizendo: “estou compartilhando a minha história, para que você não precise ter a sua. Procure ajuda, retome a sua vida e pare de fumar. Simplesmente não vale a pena.”

Se você tem problemas com o cigarro ou outro tipo de vício, participe da reunião de libertação na Universal.

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